Leituras de abril (do fim para o início):
- Magda Szabó, A porta, 5* (Hungria DLM);
- Zeyn Joukhadar, O mapa de sala e estrelas, Zeyn Joukhadar 5*;
- Thrity Umrigar, Bombaim, a um mundo de distância (ou A distância entre nós), 4* (Índia, DLM);
- Herman Melville, Bartleby, 4*;
- Íris Bravo, A nova Índia (3*) e A terceira índia (4*);
- Jokha Alharti, Corpos celestes 3,5* (Omã, DLM);
- Min Jin Lee, Pachinko, 5* (Coreia do Sul, DLM);
- Harlan Coben, Darkest Fear (Bolitar #7), 3*;
- Onjali Q. Raúlf, O rapaz ao fundo da sala, 4*;
- Nina George, O livro dos sonhos, 3*.
Foi um mês com boas leituras, especialmente no início e fim.
Voltei à escola, li muito menos, mas, mesmo assim, foi melhor do que eu pensava. «Risquei» 3 países do desafio Ler Mulheres e começo a pensar que devo realmente ter um blogue para registar essas leituras e as pesquisas que vou fazendo, mas o tempo não me chega para tudo. Há também uma certa anarquia na maneira como tenho mostrado essas leituras, geralmente no Insta, por isso sentir falta de um local de organização.
Li uma autora portuguesa, Íris Bravo, e apesar de não ser muito o meu tipo preferido de leitura, achei ótimo que se publique e sejam divulgados livros de novos autores portugueses. A revisão deixa um bocado a desejar, mas a escrita é fluida, ainda que tenha alguns clichês.
O meu preferido do mês foi, sem dúvida, O mapa de sal e estrelas. Muito, muito bom! Como alguém disse hoje, as minhas leituras tiveram a ver com refugiados e com a Índia/índias... Além disso, também houve a temática das empregadas domésticas...
(isto é mais uma «private joke»...)
No próximo mês, depois de acabar o livro de contos do Butão que ando a ler e, apesar de querer dedicar tempo às leituras do DLM e ler autoras africanas, quero ler alguns policiais e tenho 2 romances de lado, mas tenho a certeza de que vou andar ao sabor do momento e ler o que me apetece e o que me aparece, como é costume...
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