Coreia do Sul, Min Jin Lee, Pachinko; lido em abril de 2021.
Min Jin Lee aqui.
Como bolas numa máquina de Pachinko, as personagens sofrem os efeitos da vida, adaptando-se às circunstâncias. A certa altura, a mãe de Sonja diz que a vida das mulheres é apenas sofrimento. Estas mulheres são extremamente resilientes, autónomas e dinâmicas, multiplicando as poucas possibilidades das suas vidas. Vemos os efeitos da guerra, da crise, de serem apenas coreanas no Japão e tratadas sempre como seres menores, mas sem nunca desistirem.
Algumas personagens são mais definidas do que outras e algumas das suas motivações mais claras também. No final, ficamos com vontade de saber mais do que vai acontecer àquelas pessoas.
Agora queria ler sobre quem tivesse ficado na Coreia...
Finalista do National Book Award, tem edições e traduções em inúmeros países, com capas que considero belíssimas.




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